sexta-feira, 12 de junho de 2009

LIVRO: NOVE OLHARES SOBRE A SUPERVISÃO


Esta obra reúne textos de nove autores e educadores sobre a Supervisão e tem Celestino e Alves da S. Júnior e Mary Rangel como organizadores.
Nos textos deste livro obtemos subsídios às reflexões que buscam compreender, mais amplamente a escola, o supervisor e a ação supervisora.
Os autores aproximam-se por caminhos diversos do espaço escolar e chegam à supervisão por fundamentos e visões que instigam o aprofundamento do seu entendimento.
Através desses textos confirma-se o princípio de que não se pode “olhar” a supervisão sem considerar a sociedade e seus reflexos na formação da escola, professores ou especialistas.
Existe uma necessidade de que o olhar sobre a supervisão não se detenha sobre a superfície, mas que atinjam camadas mais profundas, onde se encontram as raízes de questões que envolvem o trabalho educativo, seus serviços e compromissos.
A partir da leitura dessa obra, pode-se compreender melhor a ação supervisora. Onde o supervisor deixa de ser um burocrático e passa a ter como objeto de trabalho tanto o que o aluno produz quanto o que o professor produz, não como assessor ou consultor, mas como suporte, pois o supervisor tem como ajudar repassando a melhor forma de encaminhar o acompanhamento da aprendizagem dos alunos.
A ação supervisora se dá não só no preenchimento de fichas, cobranças e outras anotações, mas consiste na ajuda ao professor a replanejar a sua aula, dando maior sentido à mesma e maior significado para o educando.
Supervisão encaminha o sentido de “visão-sobre”, ao mesmo tempo que se exige de alguém, se faz necessário o estudo, reflexões sobre o ato de ensinar e aprender para que isso se faça de modo fundamentado e articulado e não aleatoriamente.
Recomendo esse livro para todos supervisores e coordenadores que pretendem esclarecer as dúvidas e melhorarem suas práticas pedagógicas quanto à ação supervisora.

LIVRO: PAIS BRILHANTES PROFESSORES FASCINANTES
AUGUSTO CURY

Este livro é bastante conhecido. Já li duas vezes porque acho muito interessante como o autor toca profundamente nossas emoções.
Temos muitos sonhos, e um deles é tornar os nossos filhos e/ou alunos felizes, sábios, saudáveis. Mas é uma tarefa que se torna cada vez mais difícil.
Augusto Cury não ensina regras, mas nos informa algumas ferramentas que nos ajudarão na promoção na formação de pensadores, de pessoas controladoras de suas próprias emoções.
São sete hábitos de pais brilhantes onde ele afirma que “os filhos não precisam de pais gigantes, mas de seres humanos que falem a sua linguagem e sejam capazes de penetrar-lhes o coração”. São contemplados: nutrir a personalidade, ensinar a pensar, preparar os filhos também para os fracassos, dialogar como amigos, contar histórias, doar seu próprio ser e não apenas presentear, e o mais importante, nunca desistir de acreditar no potencial dos filhos.
Também são sete os hábitos dos professores fascinantes: conhecer o funcionamento da mente, ter sensibilidade, educar a emoção, ensinar a pensar, ser mestre inesquecível, resolver conflitos em sala de aula e educar para a vida.
Como educadores também cometemos sete pecados: corrigir publicamente, expressar autoridade com agressividade, ser excessivamente crítico, punir quando estiver irado e colocar limites sem explicação, ser impaciente e desistir de educar, não cumprir com a palavra, destruir esperanças e sonhos.
Augusto Cury também apresenta o Projeto Escola da Vida, onde são dez técnicas para serem aplicadas por pais e/ou professores, onde envolve mudanças não no material didático utilizado, mas no ambiente social e psíquico dos alunos e professores.
A aplicação dessas técnicas depende do treinamento dos professores e da mudança da cultura educacional.
Recomendo a todos os pais e educadores que desejam mudar a educação e melhorar também sua forma de pensar e agir como seres humanos.

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